terça-feira, 4 de agosto de 2009

Mochilão América do Sul: Buenos Aires (ARG)

Isto é mais ou menos como vimos a cidade nos dois dias que ficamos lá. Tempo chuvoso, com uma garoazinha intermitente, mas nada que atrapalhasse os passeios.

Na verdade, nossa estadia na cidade foi de longe a parte mais legal do passeio, de modo que eu prefiro passar batido por ela.

Esse é o chato, na minha opinião, de cidades grandes e muito conhecidas. Estão sempre cheias de gente e parece que já foram totalmente exploradas.

Então, como nossa idéia inicial era deixar Buenos Aires para o final, como um descanso, se tornar o topo do nosso roteiro tirou essa premissa. Compras, nossa segunda opção para a cidade, só poderia ser feita com moderação, porque ainda teríamos um longo caminho para percorrer de mochila nas costas, e peso desnecessário a mais só contribuiria para nossa hérnia de disco. E quem tivesse pedido para gente trazer alfajores ia recebê-los no formato de mini-pizzas.

Fomos então para a terceira opção: comer e bater perna. Primeiro compromisso do dia foi ir à loja da Aerolineas Argentinas para comprar a passagem para a Salta (100 dólares, aproximadamente) para o fim da tarde do dia seguinte. E depois, bater perna por aí.

Nosso passeio não excedeu em nada o que já é comum de ser oferecido nos tours argentinos mais básicos: uma andadinha pela Calle Florida, visita à Casa Rosada, o Obelisco... No fim das contas, por causa da chuva e da razão estética feminina de se andar debaixo dela (o cabelo fica o ó na foto), muito do que vimos foi através da janela do nosso tour. Caminito, La Bombonera, o tal parque com a flor de metal...

Palermo fomos por nossa conta. É mais longe, mas é charmosa e tem várias lojas off de marcas boas. Não pegamos as melhores promoções, mas como não podíamos sair comprando mesmo, foi o suficiente.

Gastronomia é, definitivamente, o ponto alto de Buenos Aires. Desde os clássicos alfajores (Havana é igual a orelhão, tem um em cada esquina. E possuem mais diversidade de sabores que as lojas daqui. Meu preferido é o branco com doce de leite, mas para quem acha enjoativo, tem um de geléia de frutas que é bem diferente também) até os sorvetes Freddo (o de Dulce de Leche! Perfeito!). Comemos no Burger King (para manter a tradição de conhecer pelo menos um restaurante dele em cada país que visitei. Por incrível que pareça, o único que eu não fui é o do Brasil, aqui no Barrashopping) e no Il Gato em Puerto Madero. Charmoso, com uma massinha interessante e acompanhada por um bom vinho argentino. Tá ótimo para nós.

E tem os shows de tango e noitadas... que não fomos. Culpa minha. Fomos para o hotel dar uma descansada básica para nos preparar para sair à noite. Apaguei completamente.

Concordo com vocês. Meu relato de BsAs não foi muito diferente do que vocês esperavam...

Então, como as fotos clássicas da cidade vocês provavelmente já devem ter e conhecer, seguem então alguns registros, meus e de Rochane, despropositados das nossas andanças por aí:


Eles também amam o Rei!

Utilidade Pública!



Verdade registrada no estádio do Boca Juniors. Para o caso deles esquecerem!


Em Caminito, mais uma verdade para acrescentar à minha filosofia de vida.

E, sem muito mais o que dizer e mostrar, vamos pegar o avião para Salta, que é onde a parte boa começa.



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