Necessário explicar? A segunda parada do passeio é em um conjunto de formações rochosas enormes, todas resultados naturais do processo de erosão causados pelos ventos. Só que, diferentemente de Salta, são enormes pedras menores em tamanho e isoladas uma das outras deserto afora, o que faz com que os formatos que elas adquirem assumam formas interessantes, como é o caso da Árbol de Piedra ( árvore de pedra) acima, a mais famosa - uma rocha única, gigante, totalmente erodida na parte inferior e sustentada por um pedacinho só de pedra!
Confesso que dá um certo nervoso ficar embaixo dela para tirar foto... A bicha é grande...
E em volta dela tem outras formações independentes e interessantes. Lembram um pouco aquelas pedras das paisagens de desenhos como Coyote e Papaléguas...

Venta muito, e óculos escuros são definitivamente necessários. Porque a areia do vento chega a incomodar o rosto.

E, assim como a Árbol de Piedra, tem várias outras formações rochosas onde um pedregulho enorme (e obviamente pesado) está sustentado através de uma área pequena, o que dá a impressão de que vai cair a qualquer momento - o que dá a oportunidade de fazer algumas brincadeiras nas fotos...

E, apesar da imagem inóspita que oferece, o deserto tem uma fauna razoavelmente rica... Além das vicuñas, flamingos e raposas, ainda conhecemos o tal bichinho abaixo, que é igual a um coelho com um rabo comprido tipo um esquilo...
Vale lembrar que não teve nenhum dia em que não vimos uma quantidade razoável desses animais...














Bacana, mas rápido de se ver... Logo, seguimos viagem... 







